Diretoria e Comitê Executivo


Presidente


vice

Bryan McCann

Departamento da História, Georgetown University

Bryan McCann é Professor de História Brasileira na Georgetown University. Sua obra mais recente, Tempos Difíceis na Cidade Maravilhosa: da Ditadura à Democracia nas Favelas do Rio de Janeiro (Duke, 2013) explora o relacionamento político entre as favelas do Rio e os governos do estado e dos municípios. Suas obras anteriores analisam o rádio e música popular no Brasil desde os anos 30 até os anos 50, assim como temas relevantes na cultura e política brasileira desde a sua redemocratização.

Ex-Presidente

 

Vice Presidente



Department of Africology
University of Wisconsin Milwaukee

Dr. Gladys Mitchell-Walthour is a Political Scientist specializing in Brazilian racial politics. Her work examines Afro-Brazilian political behavior, affirmative action, and racial inequality. Her book “he Politics of Blackness: Theorizing Racial Identity and Political Opinion in Contemporary Brazil” is under contract at Cambridge University Press. She is an Assistant Professor of Public Policy in the Department of Africology at the University of Wisconsin Milwaukee. She was the 2013-2014 Lemann Visiting Scholar at the David Rockefeller Center for Latin American Studies at Harvard University. She co-edited the book, Race and the Politics of Knowledge Production Diaspora and Black Transnational Scholarship in the United States and Brazil (2016) with Elizabeth Hordge-Freeman, Brazil’s New Racial Politics (2010), with Bernd Reiter, and has published articles in Racial and Ethnic Studies (2010),The National Political Science Review (2011), Latin American Politics and Society (2009), Opiniao Publica(2009), Review of Black Political Economy (2009), and Studies in Latin American Popular Culture (2008). She has received Postdoctoral Fellowships at Duke University and Johns Hopkins University. Dr. Mitchell-Walthour holds the MA and PhD in Political Science from the University of Chicago, the Master of Public Policy from the University of Michigan, and a BA in Political Science and African & African-American Studies from Duke University.

 


president

Anthony Pereira

Instituto Brasileiro, King’s College London

O trabalho atual de Anthony Pereira engloba temas sobre cidadania, direitos humanos, segurança pública e coerção estatal no Brasil, o que inclui estudo sobre o desempenho de uma instituição de direitos humanos relativamente nova – a “ouvidoria de polícia” – em dois estados diferentes no Brasil. Elabora uma análise de tentativas recentes de trazer reformas aos sistemas de segurança. Pereira já foi membro do Comitê Executivo da Associação de Estudos Brasileiros (BRASA) e ocasionalmente atua como comentarista da BBC Brasil.

Jan Hoffman French

Jan Hoffman French
Departamento de Antropologia, Universidade de Richmond

(Ph.D. Antropologia Cultural, Duke University; J.D. University of Connecticut Escola de Direito) Jan é Professora de Antropologia na Universidade de Richmond. Obteve bolsas de pós-doutorado no Instituto Kellogg de Estudos Internacionais de Notre Dame, Northwester University e na Universidade de Maryland. French já publicou artigos em Ethnologista Americano, Antropologista Americano, As Américas e Antropologia Política e Legal. Seu livro, Legalizando identidades: Tornando-se negro ou indiano no Nordeste brasileiro foi publicado pela Universidade de North Carolina Press na primavera de 2009. Antes de tornar-se Antropóloga, French atuava na área do Direito.

Comitê Executivo


 

Amy Nunn

Amy Nunn

Escola de Saúde Pública, Brown University

Amy Nunn é Professora Assistente de Medicina e Professora Assistente de Ciências Sociais e Comportamentais na Escola de Saúde Pública da Brown University. Ela tem diplomas de mestrado e doutorado da Escola de Saúde Pública de Harvard. É fluente em Português.

Amy tem dedicado muito da sua vida acadêmica nos estudos sobre política de saúde pública no Brasi, inclusive sobre a história e a evolução do sistema de saúde descentralizado no Brasil (SUS), o acesso público a medicamentos genéricos, tendo e contribuído para a elaboração do renomado programa sobre AIDS do Brasil. Seu livro As políticas e história do tratamento de AIDS no Brasil foi publicado por Springer em 2009 e examina como e por que o Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento capaz de oferecer tratamento de HIV à população. Também busca entender como o Brasil produziu esse medicamento de forma local, desafiando companhias farmacêuticas em relação aos preços dos remédios. Colaborou na mudança de políticas de saúde globais relacionadas a HIV/AIDS. A introdução de seu livro foi escrito pelo ex-Presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso.

 

Christopher Dunn

Christopher Dunn

Estudos Literários e Culturais, Universidade de Tulane

Christopher Dunn recebeu seu Ph.D. em Estudos Luso-Brasileiros da Brown University em 1996, no mesmo ano em que passou a fazer parte do Departamento de Espanhol e Português na Tulane University. Ele coordena o Programa de Estudos sobre a Árica e sobre a Diáspora Africana e é membro central do “Stone Center” de Estudos Latino-Americanos.

Suas pesquisas ressaltam a política cultural durante o período da ditadura, o discurso nacional e regional, a música popular, relações raciais e a cultura negra no Brasil. É o autor de Jardim de Brutalidade: Tropicália e a Emergência de uma Contracultura brasileira. (Universidade de North Carolina Press, 2001). É co-editor de Música Popular e Globalização Brasileira com Charles Perrone (Routledge, 2001) e co-editor de Música Popular Brasileira e Cidadania (Duke UP, 2011), com Idelber Avelar.

Edie Wolfe

Edie Wolfe
“Stone Center” de Estudos Latino-Americanos, Universidade de Tulane

Edie Wolfe é Professora Assistente Administradora na Universidade de Tulane e Diretora Assistente do Stone Center de Estudos Latino-Americanos. Detém um PhD em História da Arte. É especializada na América Latina do século vinte.

As pesquisas de Wolfe enfatizam a arte moderna brasileira e a cultura visual na primeira metade do século vinte e concentram-se em questões sobre nacionalismo e universalismo. Analisa como os brasileiros definiram e apresentaram o modernismo. Wolfe publicou artigos sobre Lasar Segall e Vicente do Rego Monteiro e escreveu várias entradas em enciclopédias sobre a arte e os artistas da época Barroca até o presente momento Atualmente, Wolfe está concluindo um estudo sobre Lasar Segall que questiona conceitos contemporâneos sobre a influência da globalização na arte e na identidade. Em seus estudos, adota uma perspectiva do Brasil dos anos 1920.

Elizabeth Hordge-Freeman

Elizabeth Hordge-Freeman

Departamento de Sociologia, Universidade da Florida do Sul

Doutora Elizabeth Hordge-Freeman é Professora Assistente de Sociologia que trabalha também no Instituto de Estudos da América Latina e Caribe na Universidade da Florida do Sul, Tampa. Recebeu seu diploma de bacharel em Ciências Biologicas e Espanhol da Cornell University (2001) e completou seu mestrado (2008) e doutorado em Sociologia na Duke University, em 2012. Ela é a Diretora de USF no Programa Brasileiro e organizou o USF inaugural no Programa Brasileiro em Salvador durante o verão de 2013. Hordge-Freeman morou no Brasil durante mais de um ano, quando realizou diversas pesquisas. Atualmente escreve um livro baseado em suas pesquisas, intitulado A Casa é Onde Está a Dor: o Stigma Racial e a Socialização em Famílias Afro-Brasileiras. Suas pesquisas incluem raça e etnicidade; psicologia social; beleza e astéticas; e socialização.

 

 

 

 

Victoria Langland

Victoria Langland

Departamento de História, Universidade de Michigan

Victoria Langland trabalha em ambos os Departamentos de História e de Línguas e Literaturas Românticas. Ela é especializada na História Latina Americana do século vinte, especialmente no Cone Sul, e escreve sobre ditaduras, gênero, usos da memória, estudantes e outros movimentos sociais e, de forma mais geral, sobre a ligação entre cultura e poder. É autora de Falando sobre Flores: Movimentos de Estudantes e a Fabricação e Lembrança de 1968 no Brasil militar (Universidade de Duke, 2013) e é a co-editora de Monumentos, Memoriais, e Marcas Territoriais. Ela também co-edita o jornal Os anos sessenta: O Jornal de História, Política, e Cultura e está co-editando uma versão atualizada de O Leitor do Brasil: História, Cultura, Política (contrato com a Universidade de Duke). Langland atualmente está trabalhando em dois projetos de pesquisa. O primeiro examina a construção e o desenvolvimento de várias comunidades modelos no Rio de Janeiro por intermédio da Alliança de Progresso para explorar as ideias transnacionais sobre pobreza urbana e seu impacto material. O outro é um histórico sobre aleitamento materno no Brasil, o qual examina como aspectos culturais, políticas públicas, marketing e outros fatores transformaram as crenças populares e as práticas sobre a nutrição infantil e os corpos das mulheres ao longo do tempo. Antes de trabalhar na Universidade de Michigan, Langland fez parte da faculdade da Universidade de California, Davis e da Universidade Lafayette.

Secretariado de Brown


James Green

James Green

Departamento de História, Brown University

James N. Green é Professor de História e Estudos Brasileiros na Brown University. Ele é o autor de livros premiados, entre os quais estão Além do Carnaval: Homossexualidade Masculina no Brasil do Século Vinte (Editora da Universidade de Chicago, 1999; Editora da UNESP, 2000) e Não Podemos Permanecer Silenciosos: Oposição à Ditadura Militar Brasileira nos Estados Unidos (Companhia de Letras, 2009; Editora da Duke University, 2010). Também escreveu várias outras coleções traduzidas para a língua portuguesa, tanto como artigos sobre gênero, sexualidade, e política no Brasil. É o co-editor, com Thomas E. Skidmore e Peter T. Smith, de América Latina Moderna (Editora Oxford Press, oitava edição), e co-editor principal com Victoria Langland e Lilia Schwarcz de O Leitor Brasileiro: História, Política, e Cultura (Editora da Duke University). Ele está escrevendo uma biografia de Herbet Daniel (1946-92), um estudante de medicina brasileiro que se tornou lutador de guerrilla, escritor, ativista da AIDS e que viveu em exílio político. Green serviu como Presidente de BRASA de 2002-2004 e Presidente da Conferência sobre o Futuro dos Estudos Brasileiros nos Estados Unidos, que se realizou na Brown University em 2005.

James N. Green também é Diretor da Iniciativa Brasileira na Brown University e Diretor Executivo do Secretariado da BRASA.

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Ramon Stern

Diretor Administrativo, Iniciativa Brasileira da Brown University e BRASA

Brown University

Ramon Stern é Diretor Administrativo da Iniciative Brasileira na Brown University e do Secretariado da BRASA. Ele também se formou na Brown e tem pós-doutorado em Literatura Comparativa da Universidade de Michigan Ann-Arbor.

Representante dos Estudos de Pós-Graduação